Pois então... Escolhi Agatha Christie porque achei que sendo uma autora com quem já tenho uma certa familiaridade seria mais fácil de encarar. Mas, mas... embora a leitura seja fluída a história não me prendeu de modo algum. Talvez haja um pouco de má vontade, talvez haja muita má vontade. Não entendo muito bem porque em desafios não valem releitura, que diferença faz se estou lendo um livro pela primeira vez ou pela vigésima vez? O importante não seria ler um livro do tema? Estou falando sobre isso porque minha primeira escolha foi Os crimes ABC, da mesma Agatha Christie, livro que li em 1900 e bolinha, quando muitos que leem esta postagem nem haviam nascido. Mas se releitura não vale só sobrou isso aqui.
Como sempre quando leio um romance policial (coisa rara, por sinal) tenho meus palpites. Que parecem passar longe da linha de investigação totalmente canhestra desse detetive meio toupeira. Levei uns dez dias para completar a leitura de um livro de bolso de 270 páginas ou seja o livro que era para ser de suspense, não me levou a ler a avidamente.
Ah! E pra variar não acertei. E fiquei danada com isto, eu tinha tanta certeza. :p
Pensando bem essa história ficaria ótima se escrita por alguém com um senso de humor de Wodehouse, por exemplo.
Grifos
O mal está feito, não dá para voltar atrás... por mais que choremos amargamente, jamais traremos de volta o passado morto...
Você tem noção de como é uma cidadezinha rural na Inglaterra? Qualquer um se destaca como um alienígena!
Sabe, eu sempre senti que um dos fatos mais intragáveis que temos de encarar na vida é o fato de que toda morte que ocorre significa um ganho para alguém... e não me refiro apenas ao ganho financeiro.
Pág: 272
Leitura: 21 a 29.02.16
Tema: Serial killer
Sinopse: Neste livro, Luke Fitzwilliam é um policial aposentado que volta para a Inglaterra a fim de descansar. Seus planos imediatos são apostar nos cavalos, reencontrar velhos amigos e, acima de tudo, se divertir. Mas, ao pegar o trem de volta para Londres, uma velhinha senta ao seu lado e começa a contar uma história aparentemente sem pé nem cabeça, e que envolve vários assassinatos. A velhinha é a sra. Pinkerton, e Luke só lhe dá atenção porque ela lembra sua tia Mildred. Para a surpresa do ex-policial, a moradora de Wychwood-under-Ashe está indo a Londres com a intenção de denunciar à Scotland Yard uma série de crimes. Como se não bastasse, a velha senhora inglesa ainda prevê quem será o próximo morador da cidadezinha a morrer - o médico Humbleby. Após descer do trem, Luke não consegue esquecer o que ouviu. Qual não é seu espanto quando, um dia depois, lê no jornal que a sra. Pinkerton morreu atropelada. Além disso, Luke fica sabendo - em um intervalo pequeno de tempo - que o médico Humbleby também está morto. Para o ex-policial as coincidências são muitas para serem apenas coincidências . Decide, então, começar uma investigação por conta própria. Luke parte para Wychwood-under-Ashe em busca de um assassino que nem tem certeza se existe, pois todas as mortes parecem ter sido de causas naturais. Porém, em se tratando de mais uma história da dama do crime, é mais provável que a sra. Pinkerton esteja certa. Tema: Serial killer

