domingo, 6 de dezembro de 2015

CONCERTO CAMPRESTE

E no meio do caminho tinha um Maestro... 
Expectativas podem muitas vezes estragar uma leitura. Não faço a mínima ideia de como fui parar neste livro, lembro que depois de despertado o interesse li algumas resenhas no Skoob, de tudo que li foi a micro resenha do Daniel que ficou em minha mente "Obra que traduz um fiapo da história de Pelotas", e as frases "deleite para a alma" e  "acuidade e poesia" e "tão prazeroso quanto ouvir uma boa música". 
O livro é bom? Deve ser, mas não é o que eu esperava. E isto faz uma enorme diferença... 
O livro gira em torno de uma orquestra, um Maestro e seus Concertos Campestres... e daí surge um amor. 
O que não funcionou para mim foi a tal da história de amor, alguns autores têm a capacidade de antecipar o futuro, nos dar vislumbres do passado, de nos transportar para outras dimensões, mas outros não conseguem nem me fazer crer numa reles história de amor.


Título:  Concerto Campestre 
Autor:  Luiz Antonio de Assis Brasil
Editora: L&PM
Pág: 174
Leitura: 26/02 a 05/03/2015
Tema: Ganhadores de prêmios
Data: Natal
Sinopse:  A história de um amor proibido. A Lira Santa Cecília era o maior orgulho do Major. Em meados do século XIX, nas fronteiras vazias do pampa, um poderoso estancieiro mantinha uma orquestra particular. Entre a criadagem, o vigário, parentes e poucos amigos do vilarejo próximo à fazenda, ele ouvia embevecido os músicos executarem delicadas melodias para o seu deleite. 
Neste clima mágico e insólito, levado pela mão do grande romancista, o leitor se envolve numa trama de suspense, na história do romance impossível entre o Maestro – mestiço e sedutor – e a bela Clara Vitória, única filha do estranho Major da Guarda Nacional Antônio Eleutério Fontes.
Narrado com maestria e a suavidade de uma valsa que ecoa pela vastidão deserta do pampa, este Concerto Campestre arrebata o leitor com um enredo fascinante, que envolve violência, paixão, preconceitos e culmina num final emocionante, digno de uma grande história. 
*-* 




terça-feira, 1 de dezembro de 2015

TODA MAFALDA

Título: Toda Mafalda 
Autor: Quino
Editora: Martins Fontes

Pág: 420
Leitura: 20/11/2014 a 11/04/2015
Tema: Ganhadores de prêmios 
Data: Natal
SinopseToda Mafalda - Mafalda é apenas uma garotinha. Gosta de brincar, de dançar e odeia tomar sopa. Mas, com apenas seis anos de idade, a menina criada pelo cartunista argentino Quino na década de setenta tem plena consciência do mundo em que vive, cheio de injustiças,guerras e intolerância. Ela e sua turma gostam dos Beatles, mas questionam o insano universo dos adultos, suas manias e suas maneiras de encarar o mundo e a realidade.A última tirinha dessa personagem foi publicada em 1975, mas continua mais atual doque nunca. Esta edição contém todas as tirinhas publicadas por Quino, da primeira à última, e mostram, com muito humor e carisma, que ser politizado e consciente não significa ser pessimista, e, principalmente, não significa ser adulto. 



*****

Grata surpresa descobrir que Quino ganhou o Prêmio Príncipe das Astúrias, em 2014. Afinal Mafalda, é um dos preferidos, e Toda Mafalda  me acompanha desde novembro de 2014.  Ao mesmo tempo causa certa estranheza, descobrir a referência a um único prêmio para ele. 

Lembro que o interesse por Mafalda foi ampliado durante um curso de Educação e Filosofia que fiz tempos atrás. Uma colega apaixonada pelas tirinhas de Quino, as usava sempre que tinha que fazer uma apresentação.  E de lá para cá já as li vezes sem conta. Durante muito tempo Toda Mafalda foi o sonho desta leitora que vos escreve. Nunca tive coragem de pagar o que pediam por ele... até que um belo dia a Fnac fez uma destas promoções malucas da internet, permitiu que eu me presenteasse com este livrinho (?) maravilhoso.

Ficou na estante por um ano, o peso e o tamanho do livro tornaram-se quase que proibitivos para quem anda sempre com a cervical reclamando e uma tendinite que parece uma sombra que não quer ser esquecida [minha Nossa Senhora dos Ombros Doloridos olhai por nós!]. Mas, daí em novembro de 2014 eu o tirei da pilha, e a maior descoberta (será que já não sabia?) é que livro tem época certa e hora marcada. Mesmo para textos curtos e divertidos como estes, tenho que estar no espírito do livro, e aí ele se torna magistral. Quando a leitura é forçada (tipo obrigação, tenho que ler para acabar e ler outro ou algo do gênero) acaba todo o encanto, tira todo o brilho. E depois que me convenci disto, relaxei. O ritmo da leitura imprimido pelo próprio livro e pelo estado de espírito, teve momentos de longas pausas, às vezes dias, outras meses. Mas, é a melhor leitura. 

Grifos:




segunda-feira, 2 de novembro de 2015

LEITURAS AO LUAR

Me interessei por este livro ao ler a resenha da Cris no blog Roda dos Livros,  pensei deparar-me com um livro no estilo de O clube do Livro do Fim da Vida,  mas não foi assim para mim. 

A autora, Brenda Walker não é uma leitora comum, é uma acadêmica, e os comentários acerca dos livros que lê pareceram-me mais com pequenos  ensaios, e devo confessar não instigaram-me a querer ler nenhum livro ali citado.

Logo no começo ao buscar um livro para levar consigo ao hospital  a autora nos diz: "Mas eu gosto de ler livros que apontem para uma crença mais forte, que nos mostrem a forma como outras pessoas lidaram com o problema do sentido da vida." Esperava encontrar leituras mais amenas e quiçá otimistas, mas creio que todos os livros lidos ou citados aqui falam de dor e sofrimento, não sei em que momento estes livros apontam para uma crença mais forte, o que sei é que a mim parecem leituras que levam mais ao desespero, pessimismo ou desalento. Não entendi muito bem as escolhas feitas para um momento por si só já repleto de dor, angústia, desespero e medo. 

"Quando digo para mim mesma que os livros podem salvar uma vida não quero dizer que eles possam adiar a morte. Esse é o trabalho da medicina." Concordo, mas creio que podem dar conforto e esperança, diversão, riso e alegria, não é o caso aqui. Jamais entenderei aqueles que escolhem livros tão densos ou tensos em momentos como estes. Mas, quem sou eu para questionar algo desta ordem?

Segundo a Wikipedia a autora ganhou dois ou mais prêmios, mas escolhi o livro para tema de novembro, porque quem luta contra o câncer estar a lutar para não morrer. 


Título: Leituras ao luar
Autor: Brenda Walker
Pág. 326
Editora: Estrela Polar
Tema: Morte e morrer
Data: Finados
Leitura: 27/05 a 01/06/2015
Sinopse: Brenda Walker, escritora e professora de literatura, fala das cinco fases do seu tratamento a um cancro da mama e dos diversos autores que a ajudaram a atravessar o complicado processo de recuperação. Ao mesmo tempo que nos oferece magníficas introduções e perspectivas do trabalho de escritores como Dante, Tolstoi, Nabokov, Beckett e Dickens, Brenda mostra como o próprio processo da leitura - a entrega e depois o regresso a si - é uma metáfora do processo de cura. Lendo ao Luar guia-nos, dá-nos confiança, ilumina os lugares escuros, mostra a beleza das histórias que encontramos nos momentos de perigo e demonstra que a leitura pode ser fundamental à própria vida.

domingo, 1 de novembro de 2015

O ANO DO PENSAMENTO MÁGICO


Minha história com este livro vai longe, muito tempo mesmo,  nem sei quanto.  Tempos atrás lembro de ter visto este livro aqui e ali, não sei exatamente porque achei que era autoajuda e que não estava interessada. 
Mas, aí vem este tema de novembro no Desafio e tenho que procurar alguma coisa para ler. Não lido bem com o tema na vida real, nem no mundo da imaginação, então pensei: PASSO! 
Mas, ainda assim fiquei pesquisando para ver se encontraria algo que pudesse ler, e que o melhor seria ler logo e me livrar da porcaria. (desculpe-me! mas...)
Fiz uma listinha e fui pesquisar nas bibliotecas, porque em minhas prateleiras dificilmente encontraria alguma coisa. E encontrei este aqui, peguei o livro e começo a leitura, o tema é pesado. Me parece que a leitura flui bem, e apesar do tom de estupefação nos capítulos iniciais que leio  a leitura avança sem que me dê conta. Penso em alternar a leitura com algo mais leve, penso em ler apenas um ou dois capítulos por dia, mas apesar disso vou lendo naquele ritmo de só mais um capítulo, só mais um. E o livro acaba. Apesar disto, lá por volta da página 80 a leitura deu uma travada quando fiquei me perguntando o que era o tal do pensamento mágico. Sinceramente ainda não sei, mas também deixa pra lá. 
É sim um tema pesado, o livro mistura um estilo diário com reportagem e há demasiados termos técnicos/científicos/médicos.  
Chamou-me a atenção a foto escolhida para a contra-capa que traz uma Didion ainda jovem, e quando ela escreveu o livro já estava com cerca de 70 anos.  
Fico me perguntando porque...

Uma das coisas que me chama a atenção no livro é a generosidade que é vista e acolá por parte de amigos. Sempre me causa uma certa estranheza estes relatos, porque parecem mais raros por estas plagas, onde cada um vive em seu mundinho e finge não existir a dor. Aliás onde parece que todo mundo faz parte de propaganda de margarina.  

O livro ganhou o Prêmio National Book, seja lá o que isto signifique. 

Grifos:


Eu conversava com John sobre tudo o que acontecia.
Tudo estava indo bem, como sempre, e de repente aquela merda toda aconteceu.
A vida se transforma rapidamente. A vida muda num instante.Você se senta para jantar, e aquela vida que você conhecia acaba de repente.
Até o presente momento, eu só tinha podido sofrer, não realmente ficar de luto. Sofrer é uma coisa passiva. Apenas acontece. O luto, o ato de lidar com o sentimento de perda, requer uma atenção especial. 



Título: O ano do pensamento mágico 
Autora: Joan Didion
Editora:  Nova Fronteira 
Pág: 221
Leitura: 13/01 a 18/01/2015 

Tema: Morte/morrer 
Data: Finados
SinopseAs frases iniciais de "O Ano do Pensamento Mágico" dão o tom exato da narrativa densa e contagiante que será compartilhada com o leitor: "A vida se transforma rapidamente. A vida muda num instante. Você se senta para jantar e a vida que você conhecia acaba de repente". Sem uma gota de autopiedade e com um estilo envolvente e emocionante, Joan Didion, uma das mais aclamadas escritoras e intelectuais americanas, narra o período de um ano que se seguiu à morte de seu marido, o também escritor John Gregory Dunne, e a longa doença de sua única filha. Feito com uma contagiante dose de sinceridade e paixão, "O ano do pesamento mágico" nos revela uma experiência intensamente pessoal e, ao mesmo tempo, universal. Uma história que falará alto a quem ama ou já amou alguém, com a profundidade que as grandes relações têm, sejam elas entre pais e filhos ou entre companheiros de uma vida. Este é um livro para todos os que já se perguntaram: E agora? O que fazer se a vida parece não ter mais sentido algum? É um livro sobre a superação e sobre a nossa necessidade de atravessar - racionalmente ou não - momentos em que tudo o que conhecíamos e amávamos deixa de existir  

domingo, 18 de outubro de 2015

UM INIMIGO DO POVO

Há algum tempo descobri alguns programas televisivos sobre livros e leitura, o primeiro deles foi o Leituras da TV Senado, gostava muito de acompanhá-lo, mas confesso que nunca li um livro sequer citado no programa. :(

Depois descobri o Iluminuras da TV Justiça e que alegria ver e ouvir outras pessoas mostrando sua biblioteca e falando sobre seu amor aos livros. Por causa do programa que no antigo formato tinha um autor, geralmente de um livro da área de direito (confesso que quase nunca assistia a esta parte), e a segunda que como falei  trazia um convidado que mostrava sua biblioteca pessoal e mostrava seus livros favoritos, eu adorava  e foi aí que descobri a fantástica série  d'O pequeno Nicolau, de Sempé & Gosciny, e li As Catilinárias, de Amélie Nothomb, que não funcionou muito bem comigo e li também o Solstício de Inverno, que foi usado no Desafio Literário de 2015, no tema Estações do Ano. 

Em seguida descobri o Globo News Literatura que me fez conhecer o Arroz de Palma, de Francisco Azevedo  confesso que não gosto muito deste (do programa e não do livro, o livro eu amei), acho por demais publicitário, aliás como tudo na Globo. Aliás, todo mundo sabe que qualquer coisa em TV tem que pagar para aparecer, mesmo livros. 

E tem ainda o Direito & Literatura, que é o que mais acompanho, que já me fez ler Alice no país das maravilhas, de Lewis Carrol; Os ratos, de Dyonélio Machado; e alguns outros. A esta altura você deve estar se perguntando porque toda esta conversa sobre programas de TV se afinal o negócio aqui  é falar sobre livros.

Pois então, foi justamente num programa Direito & Literatura cujo tema era corrupção, que eu descobri este maravilhoso Um inimigo do povo, de Ibsen. No programa foram citados três livros, anotei dois e no dia seguinte lá estava eu  na biblioteca em busca do livro de Ibsen. O outro que anotei e já li foi A queda, de Albert Camus

Neste Um inimigo do povo Ibsen nos mostra como funciona os bastidores da política e a que interesses (por vezes escusos) estão servindo os ilustres políticos daquelas e de outras plagas, daqueles e de todos os tempos. Com uma narrativa deliciosa, o autor nos conduz página a página, cena a cena (é uma peça) como é difícil se manter íntegro em meio àqueles tais e tantos interesses escusos. Em tempos de Lavajato a cada página lida eu me perguntava é mesmo século XIX? Credo! Nada mudou, tudo continua como dantes no quartel de Abrantes. 

Fazia tempo que um livro não me mantinha acordada para saber o que viria a seguir. E achei interessante esta ideia de ler livros enfocando um único tema, tanto que a minha próxima tentativa será de ler alguns dos citados no programa sobre Tolerância, quiçá dê certo! ;-) 


  
Título: Um inimigo do povo
Autor: Henrik Ibsen
Editora: L&PM 
Pág.  176
Leitura: 26/09 a 01/10/2015
Tema: Corrupção
SinopseEsta peça é uma obra-prima sobre as contradições humanas e a falência do indivíduo diante da unanimidade. Mesmo diante da vontade de praticar o bem comum, o Dr. Stockmann entra em choque com os interesses mesquinhos da cidade. Vítima da maioria e da unanimidade, o homem que queria salvar a cidade torna-se o inimigo do povo. Estas ideias de Ibsen aproximavam-se muito das ideias anarquistas
que tinham amplo apoio de importantes segmentos intelectuais e políticos da sociedade da época. A peça é uma impiedosa crítica às elites, aos governos, aos partidos e ao pensamento único.


domingo, 4 de outubro de 2015

O CASTELO DOS CÁRPATOS

O castelo dos Carpátos começa muito bem. Com uma narrativa que mistura mistério com aventura, Verne nos leva até o castelo um castelo abandonado e que desperta medo e curiosidade nos habitantes. O começo é deveras divertido e dei algumas boas risadas (rindo às custas do médico covarde que se oferece para ir ao castelo e depois dá pra traz), mas eis que surge um forasteiro destemido que tem todas as repostas e promete desvendar todo o mistério. E pronto, para mim, acabou a graça. A história adquire um tom muito melodramático que não me agradou em nada. Ao que parece Julio Verne pretendia  criticar/satirizar  o romance gótico, mas acabou tornando o próprio texto um tanto raso. 
Não foi uma leitura de todo ruim, mas gostei bem mais do O bilhete da lotaria que li no ano passado. 

Grifos
A terça-feira, como se sabe, é dia de malefícios. Segundo rezam as tradições, expunha-se a encontrar algum gênio malfazejo quem se aventurasse a andar por fora. Por isso, na terça-feira, ninguém circula nas ruas nem nas estradas depois do pôr do sol.
Mas, se conseguiu acalmar a fome, não conseguiu acalmar o medo.

Título: O castelo dos Carpátos
Autor: Julio Verne
Editora: Centaur
Pág.  164
Leitura: 18 a 28/01/2015.
Tema: Terror
Data: Hallowen
Sinopse:A aldeia de Werst, na Transilvânia, oferece aos seus habitantes uma vida sossegada, em que cada um sabe que, desde que respeite os gênios da floresta, estará ao abrigo de qualquer malefício. Ao longe, a sombra protetora do castelo abandonado do barão Rodolfo de Gortz, desaparecido há já alguns anos, garante-lhe a solidez do tempo. 
Tudo decorre, pois, na mesma calma de sempre, como se o tempo ali tivesse parado. Mas um simples objeto do avanço científico – um óculo de aumentar –, apontado a um dos torreões do castelo vem desencadear toda uma série de acontecimentos que deixam estupefactos e temerosos os habitantes da aldeia. A fortaleza apresenta sinais de estar habitada. Para a imaginação fértil dos aldeões só o poderá ser por identidades não humanas. E, como se não bastasse, a ousadia de quem se atreve a desvendar o mistério é severamente castigada. 
Mas as surpresas mal haviam começado…

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

CONTOS DE FANTASMAS

Todo mundo já sabe que eu não tinha nenhuma intensão ou pretensão de ler livro de terror, mas a Gláucia sugeriu estes Contos de fantasmas e aceitei a sugestão. Que bom que o fiz! 

O livro é bem interessante, embora seja bem curto. As narrativas fluem muito bem e algumas delas eu cheguei a ler duas vezes. Acredita? Não conhecia a escrita de Daniel Defoe e a julgar por este acho que vou tirar da pilha o meu Crusoé.
Dividido em duas partes: Histórias verdadeiras de fantasmas e Fantasmas falsos e aventuras divertidas. A maioria me pareceu ter uma veia ético/moral. E me fez lembrar as histórias contadas por minha avó quando eu era criança, que me deixavam cheia de medo, mas não me cansava de pedir para repeti-las.

Gostei muito de O fantasma em todos os cômodos e A aparição da senhora Val (parece com aqueles casos que a gente ouve por aí, e todo mundo jura que é verdade. E tudo o que posso dizer é que eu não acredito em bruxas, mas...)
O diabo brinca com o mordomo também é bem interessante. 

Que bom que existem Desafios, não fosse este eu não leria esses contos de terror. Que bom que existem amigos, não fosse a minha (amiga) eu não conheceria este. Obrigada, amiga!



Título: Contos de Fantasmas
Autora: Daniel Defoe 
Editora:  L&PM 
Pág
Leitura: 03/01 a 17/03/2015 

Tema: Terror 
DataHalloween
SinopseAs frases iniciais de "O Ano do Pensamento Mágico" dão o tom exato da narrativa densa e contagiante que será compartilhada com o leitor: "A vida se transforma rapidamente. A vida muda num instante. Você se senta para jantar e a vida que você conhecia acaba de repente". Sem uma gota de autopiedade e com um estilo envolvente e emocionante, Joan Didion, uma das mais aclamadas escritoras e intelectuais americanas, narra o período de um ano que se seguiu à morte de seu marido, o também escritor John Gregory Dunne, e a longa doença de sua única filha. Feito com uma contagiante dose de sinceridade e paixão, "O ano do pesamento mágico" nos revela uma experiência intensamente pessoal e, ao mesmo tempo, universal. Uma história que falará alto a quem ama ou já amou alguém, com a profundidade que as grandes relações têm, sejam elas entre pais e filhos ou entre companheiros de uma vida. Este é um livro para todos os que já se perguntaram: E agora? O que fazer se a vida parece não ter mais sentido algum? É um livro sobre a superação e sobre a nossa necessidade de atravessar - racionalmente ou não - momentos em que tudo o que conhecíamos e amávamos deixa de existir